GRO NR1 - Inmetra
Assessoria Completa Inmetra® para sua empresa
SGSST Inmetra® | GRO e PGR



O que é o GRO em síntese?

Significa Gerenciamento de Riscos Ocupacionais relativamente às informações subsidiadas através do PGR | Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto na PORTARIA Nº 6.730, DE 9 DE MARÇO DE 2020. As normas regulamentadoras NRs vigentes, com mudanças também no PPRA NR9 dispõem de referências obrigatórias ao cumprimento por parte das empresas conexas com outras referências da ACGHI. O Governo espera com essas alterações que sejam agora efetivamente implementadas, e não somente documentações de arquivamento e gavetas como alguns preferem comentar. Para tal a NR1 Ordens de Serviços de Segurança e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais promete mudanças importantes sob o ponto de vista legal e a sua aplicação.

Podemos em primeira análise considerarmos que o GRO é o resumo dos resultados encontrados nas avaliações em SST produzindo um inventário através do PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos qual é esse o ponto central. Muitas empresas por desconhecimento, ou por alegar motivos financeiros não implantavam as respectivas NRS, e não possuem sistemas de Gestão, tal qual ISO 18001 que mudou recentemente para ISO 45001. É possível implantar toda uma gestão através de mecanismos quais podemos denominar SGSST- Sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho, e implementar conforme as novas exigências legais que vigoram à partir de março de 2021.

Na prática para as empresas vinculadas à Assessoria & Consultoria Completa será necessário ajustarmos a sistemática, projetar os novos custos para análises quantitativas de agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho, meios de prevenção de doenças e acidentes mais evidentes e eficazes, tudo isso muito bem documentado, formando portanto o Inventário do PGR.



Diferenças & Vantagens com a Inmetra

O grande diferencial Inmetra® está justamente na motivação e organização através de um cronograma de cumprimento de metas e obrigações SST sem igual. Imagine 1.200 empresas em atendimento simultâneo, onde cada empresa tem seu escopo diferenciado na estrutura organizacional (hierarquia de setores e cargos/atividades), e diferentes segmentos.

Esses são alguns dos muitos fatores intrínsecos voltados para prevenção de doenças e acidentes do trabalho. Levando-se em consideração além do que cada empresa tem suas particularidades no que tangem os riscos ocupacionais existentes no ambiente direto de trabalho ou nas etapas de trabalho, suas trajetórias e propagações de riscos ocupacionais, medidas de controles existentes, seus fluxos e demandas, número de empregados em atividades simultâneas na linha de produção, dentre outros fatores são observados e contextualizados na SGSST Inmetra®.

Visão SST ao longo de nossa jornada

Em 1994 lançamos, com a expertise e planejamento estratégico, a Consultoria Completa em Segurança do trabalho, e agora mais do que nunca com as alterações previstas da NR1 passam ser denominadas de SGSST Inmetra®.

"Com a consultoria Inmetra®a nossa empresa atende a legislação e se respalda com a documentação SST, comenta Valdeli da Cm Comandos Coordenadora de RH desde 2005-2019."


Retorno de Investimentos com a Inmetra® SST para Empresas

Costumamos dizer que de nada adiantaria ganhar 100 mil pela porta e deixar escapar 200 mil pela janela. Essa expressão fictícia de gestão-perdas-lucro está na essência de que cada empresa é capaz de produzir e prosperar. Mas nos questionamos, porquê algumas empresas encontram dificuldades para gerir seu negócio? Uma dessas respostas pode ser bem definida considerando vários fatores na administração da empresa. E uma delas está em focar naturalmente no negócio da empresa em si, e se esquece de pensar na proteção do patrimônio para algumas situações de ameaças, digamos assim.

Uma delas é a infortunística, termo utilizado para designar um fato ocorrido que gere perda de vidas e lesões em colaboradores com altas indenizações, e também as questões voltadas para insalubridade e periculosidade pela falta de Epis e Epcs não fornecidos pelas empresas, e se fornecidos de forma inadequada pela falta de assessoria e consultoria. Um ponto importante é que a legislação brasileira prevê a necessidade da empresa oferecer o treinamento de EPIS, eis que a empresa não faz, e não se documentando, não consegue provar na justiça que além do fornecimento de EPIS tenham sido realizados os treinamentos com a emissão de declaração, ou certificado de participação. Publicação: abril/ 2020

As Portarias 6.730 e 6.735, publicadas em 9 e 10 de março de 2020, respectivamente, trazem novidades como o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – GRO, o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR e a metodologia para avaliar a exposição a agentes ambientais.

O GRO e o PGR são abordados na NR-1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Enquanto que a NR-9 - Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos, foca na metodologia de avaliação.

As mudanças são inúmeras e começam a valer 1 ano após a sua publicação, ou seja, 09 e 10 de março de 2021. Continue a leitura e saiba tudo sobre GRO e PGR!

GRO - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

De forma simplificada, podemos dizer que a NR 1 dá diretrizes para o GRO, tendo como objetivo implantar e implementar através de um inventário de riscos na empresa.

O gerenciamento de riscos ocupacionais deve constituir um Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR e, para isso, deve-se atentar aos seguintes passos:

a) evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;
b) identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
c) avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco;
d) classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção;
e) implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de prioridade estabelecida na alínea “g” do subitem 1.4.1; e
f) acompanhar o controle dos riscos ocupacionais.

Vamos entender agora, cada uma das etapas.

Levantamento Preliminar e Identificação de Perigos

É importante ter a correta compreensão de risco e perigo nesta etapa. Para facilitar a diferenciação entre um e outro, confira o exemplo abaixo:

Risco = possibilidade de cortar o dedo
Perigo = faca, máquina

O levantamento preliminar de perigos deve ser realizado:

a) antes do início do funcionamento do estabelecimento ou novas instalações;
b) para as atividades existentes; e
c) nas mudanças e introdução de novos processos ou atividades de trabalho. 

Caso o risco não possa ser evitado, é necessário implementar a identificação de perigos e a avaliação de riscos ocupacionais.

Na etapa de identificação de perigos precisa constar os perigos externos que são previsíveis, relacionados à atividade laboral, seguindo os passos:
a) descrição dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
b) identificação das fontes ou circunstâncias; e
c) indicação do grupo de trabalhadores sujeitos aos riscos.

Avaliação de Riscos Ocupacionais

O próximo passo é a avaliação dos riscos em relação aos perigos levantados anteriormente. A avaliação deve levar em conta técnicas adequadas e consiste em indicar o nível de risco ocupacional, que é determinado da seguinte forma:

Nível de risco ocupacional = Combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde (magnitude da consequência e o nº de trabalhadores possivelmente afetados) + a probabilidade ou chance de sua ocorrência.

Esta avaliação de riscos deve ser realizada a cada 2 anos ou:

a) após implementação das medidas de prevenção, para avaliação de riscos residuais;
b) após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou modifiquem os riscos existentes; 
c) quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção; 
d) na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho;
e) quando houver mudança nos requisitos legais aplicáveis. 

Importante destacar que, se a organização possuir certificações em sistema de gestão de SST o prazo de revisão passa para 3 anos.

Medidas de prevenção

Para eliminar, reduzir e/ou controlar os riscos, algumas medidas devem ser adotadas: 

a) exigências previstas em Normas Regulamentadoras e nos dispositivos legais; 
b) a classificação dos riscos ocupacionais, conforme subitem 1.5.4.4.5; 
c) evidenciar associações, por meio do controle médico da saúde, entre as lesões

Plano de ação

As mudanças exigem a elaboração, e de forma atemporal, de um plano de ação.

Nele, devem constar as medidas de prevenção que serão introduzidas, aprimoradas ou mantidas. Para estas medidas de prevenção devem constar: cronograma, formas de acompanhamento e aferição de resultados. Isto significa instituir nas empresas e ou Organizações um Plano Geral de Riscos PGR, que por sua vez será materializado e fiscalizado pelo GRO - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, que consiste este último justamente na avaliação de todo o trabalho realizado pelo PGR ( conforme normas vigentes NRs que se articulam entre si ), e assim sendo forma o que poderemos designar como Inventário.

Com o plano de ação é possível avaliar se as ações estão sendo efetivas ou não e, caso negativo, ajustar o processo.

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